Afinal, por que o amor é
associado ao coração e não ao cérebro?

Quando amamos damos lugar ao improvável,
a faísca da razão que consome o fogo de nossos pensamentos é substituída por
uma fagulha de sentimento.
Quando a razão morre, somos
movidos e abastecidos pelo amor, com isso nossa mente perde força, e este
sentimento doce toma lugar, e transparece nas batidas do impávido coração que transborda
o mais perfeito som
.
.
Som este que timidamente dá ritmo
a nossa dança, acontecendo no silêncio do grito de nossos corações. Somos
conduzidos por cada passo, e dois corpos se tornam um, unidos por nossos
pensamentos e por esse sentimento ímpar. Quando amamos nosso coração denuncia
aquilo que tentamos esconder.
Acusados por tal involuntário e
inocente sentimento, nossa única alternativa é nos render a música. E fazer de
nossa vida um musical regido pelo amor, e protagonizado por um Príncipe e uma
Princesa, que hão de ser Rei e Rainha, do Reino de seus sonhos...